Um jazz deprimido com cheiro de conhaque, uma boa dose de Blues á lá Mississipi, um pouco de Vivaldi pra não pensar em nada e um pouco de heavy metal pra pensar na vida. Um rockzinho deprê pra pensar na morte e uma bela Bossa, pra rebater a morte quando estiver perto demais.Ademais, quem sabe o assobio do vento ou uma sirene de ambulância, pra lembrar qe o mundo real é feito de concreto e sangue e suor.
Luzes. Luzes de faróis, luzes de letreiros, luzes de metralhadoras. Os olhos se deliciam com a cegueira temporária, fator resultante da paisagem adimirada, adimirávelmente grotesca, encantadoramente destruída. O encanto é a paisagem, ou a destruição da mesma?
O silêncio é morte, e a morte ensurdece a vida que ouvimos pelas janelas de nossas cabeças.Assobia então.
terça-feira, 10 de julho de 2007
Metrópole
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