Certo dia, minha professora de português da faculdade me convidou a ingressar num projeto literário, como foi explicado no primeiro comentário do último post (a vida em um segundo). A primeira parte foi criar um texto baseado em um curta-metragem. Eu criava tranquilamente, quando ocorreram os fatos relatados no conto referido (sim, infelizmente é um fato verídico).
Escrevi esse conto por dois motivos:
1- Não sei rezar e, mesmo que soubesse, acho que reza de ateu em momento de desespero não é aceita sem uma autorização protocolada pelas autoridades competentes, então precisava que pessoas com uma alma em melhores condições do que a minha fizessem isso por mim.
2- O conto que escrevi inicialmente estava mesmo um fecaloma.
Feito isso, a primiera parte do projeto estava cumprida.
A segunda parte é a crítica feita por outro integrante do projeto. Demorou, emperrou, mas saiu. Sendo assim, agradeço ao Thadeu pelo texto que segue. Visitem-no no Blog do Thadeu, assim como os outros integrantes do projeto, na seção Pândega, aí do seu lado direito.
Assim falou Thadeu:
Tratar sobre o quanto a vida representa, como a deixamos passar rápido ou o quanto ela é subjetiva, se mostrou um tema de abordagens muito variáveis em nosso programa. Pelo menos para quem o escolheu como tema, isto é, a maioria.
Plínio, o autor do texto “ A vida em um segundo”, escreveu uma narrativa com um tom muito interessante. Aparenta ser realidade, a forma como é desenvolvida me deixou até em dúvida: coincidência o tema com o acidente da sua amiga? E o pedido do final? Pareceu até um diário-blog, na qual o escritor faz textos sobre sua vida dia a dia.
A estória propriamente dita não me chamou a atenção, e sim a forma como ele a descreveu. Gosto muito da maneira como ele explica os fatos, ou até mesmo suas ações e participações no texto. Como em “ me amaldiçoei...Acendi um cigarro”, “ o atendente foi um anjo com sotaque baiano”. Gosto de maiores explicações e descrições que dão um tempero melhor ao texto.
Título é sempre um item importante no texto, e por o tema passado pela professora ser exatamente esse, ”A vida em um segundo”, faltou um pouquinho de imaginação para a criação de um título melhor. Reservar um tempo maior e fugir da ansiedade de postar o mais rápido possível pode ajudar para uma melhor desenvoltura no que chamamos de chamariz do texto.
É isso aí, patota, quem leu, leu. Quem não, se Thadeu! (desculpa, cara, não resisti).
Escrevi esse conto por dois motivos:
1- Não sei rezar e, mesmo que soubesse, acho que reza de ateu em momento de desespero não é aceita sem uma autorização protocolada pelas autoridades competentes, então precisava que pessoas com uma alma em melhores condições do que a minha fizessem isso por mim.
2- O conto que escrevi inicialmente estava mesmo um fecaloma.
Feito isso, a primiera parte do projeto estava cumprida.
A segunda parte é a crítica feita por outro integrante do projeto. Demorou, emperrou, mas saiu. Sendo assim, agradeço ao Thadeu pelo texto que segue. Visitem-no no Blog do Thadeu, assim como os outros integrantes do projeto, na seção Pândega, aí do seu lado direito.
Assim falou Thadeu:
Tratar sobre o quanto a vida representa, como a deixamos passar rápido ou o quanto ela é subjetiva, se mostrou um tema de abordagens muito variáveis em nosso programa. Pelo menos para quem o escolheu como tema, isto é, a maioria.
Plínio, o autor do texto “ A vida em um segundo”, escreveu uma narrativa com um tom muito interessante. Aparenta ser realidade, a forma como é desenvolvida me deixou até em dúvida: coincidência o tema com o acidente da sua amiga? E o pedido do final? Pareceu até um diário-blog, na qual o escritor faz textos sobre sua vida dia a dia.
A estória propriamente dita não me chamou a atenção, e sim a forma como ele a descreveu. Gosto muito da maneira como ele explica os fatos, ou até mesmo suas ações e participações no texto. Como em “ me amaldiçoei...Acendi um cigarro”, “ o atendente foi um anjo com sotaque baiano”. Gosto de maiores explicações e descrições que dão um tempero melhor ao texto.
Título é sempre um item importante no texto, e por o tema passado pela professora ser exatamente esse, ”A vida em um segundo”, faltou um pouquinho de imaginação para a criação de um título melhor. Reservar um tempo maior e fugir da ansiedade de postar o mais rápido possível pode ajudar para uma melhor desenvoltura no que chamamos de chamariz do texto.
É isso aí, patota, quem leu, leu. Quem não, se Thadeu! (desculpa, cara, não resisti).
Em tempo: acho que, se as sete pessoas que comentaram, mais as que eu imagino que tenham lido e tiveram PREGUIÇA de me escrever (herpes procêis!) fizeram o pensamento positivo que eu pedi, a coisa deu certo! Aline não corre mais risco de paralisia, o coágulo está sendo tratado com remédio (talvez dispense cirurgia), e imagino que ela esteja fazendo a felicidade do hospital, com aquele sorriso incrível que só morenas leoninas sabem dar! Obrigado á todos que se sensibilizaram. E se quiserem contribuir ainda mais, façam um depósito na minha conta corrente pra eu mandar umas flores bonitas pra Salvador, ok?

3 comentários:
Você precisa é de umas bolachas na cara pra largar a mão de ser engraçadinho, a "Bullet with butterfly" não se habilita não?
Plínio,
parada é a seguinte: sobre as marditas resenhas, que bom que você tenha gostado. Perdão por ter escrito tão pouco em cada uma delas, assim o fiz porque fiquei pensando na coisa do tempo de leitura na rádio. Mas da próxima vez as coisas mudam. Passa, quando possível, o quanto de caracteres fica legal para elas, assim fico mais à vontade quando estiver escrevendo uma. Firmê?
E se você vier com esse negócio de candura não sei das quantas, nem vou dar à honra à "Butterfly" de surrá-lo. Candura é o caralho.
Dito isso, atesto que sua encheção de saco com o negócio de eu voltar a escrever na Abstraktus, parece ter servido para alguma coisa. Voltei para lá. Depois confira, certo?
Abração. Dia desses apareço aí no Spel.
Te cuida.
Calebe
Caro, Plínio
Meus conceitos sobre crítica estão realmente ultrapassados. Já que, se partirmos do princípio que se devem levar em conta três efeitos numa obra literária: o autor, a obra e o leitor, mas, enfim, é melhor eu parar por aqui. Contudo, vou me ater às entrelinhas de seus textos, as quais não são perceptíveis por olhos comuns.
Um abraço
Wagner Ribeiro
Agora é a minha vez de cobrar coisa nova, porque cê sabe, né?, leitores ávidos têm uma sede insaciável...
Mas e aí, cara, tudo beleza contigo? A sua amiga que sofreu o acidente está cada vez melhor, aposto.
E o Leia Livro?, muito trabalho? Muito livro novo pra resenhar?
Abraço,
Calebe.
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